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| foto ilustração |
A medida começa no dia 30 de agosto e deve beneficiar cerca de 29% da população brasileira. Em 1.724 cidades, distribuídas pelos estados da Bahia, Alagoas, Amapá, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná e Sergipe, a gratuidade vai valer pelo menos até 30 de outubro.
Na Bahia, a medida beneficia 410 municípios, incluindo Salvador, Feira, Santo Amaro, Ilhéus, Itabuna, Juazeiro, Barreiras e Vitória da Conquista.
Nesses 1.724 municípios, o problema são os orelhões quebrados. A gratuidade poderá ser encerrada após o dia 30 de outubro, caso a Oi alcance pelo menos 90% de funcionalidade desses equipamentos.
A lista dos municípios contemplados com a medida da Anatel por ser consultada no site da Anatel (http://www.anatel.gov.br). Os orelhões deverão funcionar mesmo sem o cartão telefônico. Caso a pessoa insira o cartão no aparelho, esse não poderá queimar os créditos", explicou o superintendente de Universalização da Anatel, José Gonçalves Neto.
A Oi terá um prazo para adaptar os telefones públicos a fazerem as ligações gratuitas. Até o próximo dia 30, cerca de 90% deles deverá aceitar este tipo de chamada, e até o dia 30 de setembro em todos eles.
A Oi terá um prazo para adaptar os telefones públicos a fazerem as ligações gratuitas. Até o próximo dia 30, cerca de 90% deles deverá aceitar este tipo de chamada, e até o dia 30 de setembro em todos eles.
Multas - Segundo o vice-presidente da Anatel, Jarbas Valente, a Anatel realizou um levantamento completo da situação dos orelhões no país no ano passado e constatou que, em alguns Estados, menos da metade dos equipamentos estavam em condições de uso.
Atualmente existem cerca de 40 mil aparelhos no Brasil, sendo que 22 mil deles são o único meio de comunicação da localidade onde estão instalados. "Quando a fiscalização encontrava um orelhão quebrado, a agência aplicava sucessivas multas em relação aos mesmos aparelhos, mas sem resultados", disse.
Atualmente existem cerca de 40 mil aparelhos no Brasil, sendo que 22 mil deles são o único meio de comunicação da localidade onde estão instalados. "Quando a fiscalização encontrava um orelhão quebrado, a agência aplicava sucessivas multas em relação aos mesmos aparelhos, mas sem resultados", disse.
De acordo com Valente, os planos de revitalização dos orelhões das companhias representam investimentos de R$ 205 milhões. Somente a Oi deve desembolsar cerca de R$ 170 milhões. "A indústria não está nem conseguindo suprir a demanda, porque apenas dois fabricantes produzem o equipamento". Informações atarde.

Que otimo poderia se estender até o final do ano né, pra compesar tanto tempo que estava impossibilitado de utilizar.
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